ABORDAGEM POLICIAL: POR QUE O REGISTRO DE IMAGENS?

Circulou recentemente um vídeo questionando uma abordagem da PMRO, onde um policial registrava a imagem de um indivíduo conduzido. Esse procedimento faz parte do nosso sistema eletrônico de ocorrências, garantindo identificação precisa e mais eficácia no combate ao crime. Já recapturamos foragidos e desmascaramos suspeitos com base nesses registros. Só em 2024, abordamos mais de 60 mil pessoas, resultando em 18.695 prisões em flagrante, incluindo 900 traficantes e mais de 1.000 foragidos capturados. E um dado importante: menos de 0,5% das abordagens geram reclamações. Nosso objetivo não é constranger, mas proteger. A colaboração durante uma abordagem faz toda a diferença para um procedimento seguro e eficiente. #PMRO #SegurançaPública #Compromisso #Transparência

Vítimas de violência doméstica têm apoio facilitado pelo WhatsApp do programa do governo de RO “Mulher Protegida”

O suporte que as mulheres e meninas vítimas de violência doméstica e familiar tanto precisam é disponibilizado pelo governo de Rondônia por meio do WhatsApp do programa Mulher Protegida (9 9953-1206), que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. Nele, elas recebem atendimento personalizado e orientações para superar a condição na qual se encontram. O programa Mulher Protegida foi criado pelo governo de Rondônia em 2021, e é desenvolvido pela Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas). Por meio programa é possível ter acesso aos seguintes benefícios: Auxílio financeiro de R$ 600 pelo período de 12 meses; Cursos de capacitação ou aperfeiçoamento profissional; e Assistência e acompanhamento psicossocial pela equipe de Referência Técnica do Município partícipe. NOVA HISTÓRIA O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destaca que os investimentos do estado estão ajudando Rondônia a conquistar avanços significativos na defesa das mulheres. ‘‘O governo tem trabalhado para que as mulheres e meninas vítimas de violência se sintam protegidas e tenham oportunidade de escrever uma nova história para suas vidas, com referenciamento psicossocial, auxílio financeiro e capacitação, um apoio completo para superar a condição de violência doméstica e familiar’’, ressaltou. Suporte do governo de Rondônia ajuda na superação da condição de violência doméstica e familiar no estado A titular da Seas, Luana Rocha, enfatizou que a Secretaria tem buscado fazer a prevenção e  o enfrentamento à violência doméstica e familiar por meio do programa Mulher Protegida. ‘‘Desejamos construir em nosso estado um ambiente onde homens e mulheres possam conviver de maneira respeitosa, e nossas ações são voltadas a romper o ciclo de violência de forma estratégica e humanizada.” Para receber atendimento do programa “Mulher Protegida” é necessário: Ser mulher vítima de violência doméstica e familiar, acompanhada ou não de dependente; Estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica decorrente da violência doméstica e familiar; Estar com medida protetiva de urgência vigente; Ser residente e domiciliada no estado de Rondônia; Estar inserida no Sistema do Cadastro Único (CadÚnico), em razão de ter renda familiar de até três salários mínimos vigentes. Documentos necessários para solicitar acesso ao programa: Documento de identificação com foto; Cadastro de Pessoa Física (CPF); Decisão que concedeu a Medida Protetiva de Urgência vigente; Número de Identificação Social (NIS) no Cadastro Único; Comprovante de residência atualizado (caso o titular do comprovante não seja a usuária, a mesma deverá preencher Declaração de Residência). Central do Programa Mulher Protegida no Tudo Aqui ATENDIMENTO Além do WhatsApp, as mulheres também podem entrar em contato com a equipe  da Central do Programa por email: mulherprotegidarondonia@gmail.com, e presencialmente nos locais de atendimento: PORTO VELHO Central do Programa Mulher Protegida, situada no Tudo Aqui, na Avenida 7 de Setembro, nº 830, Centro; Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), na Rua Antônio Lourenço Pereira Lima, nº 2.360, Bairro Embratel, ao lado da Maternidade Mãe Esperança; email: creasmulherpvh@outlook.com DEMAIS MUNICÍPIOS Centros de Referência Especializados de Assistência Social. Na falta deste equipamento no município, deve-se se dirigir ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

Operação IARA combate pesca predatória na Bacia do Madeira

Durante a Operação IARA, realizada no dia 23 de fevereiro de 2025, equipes de fiscalização ambiental intensificaram o monitoramento, resultando na apreensão de diversos apetrechos de pesca ilegais. As ações ocorreram nos rios Jaci Paraná e Rio Branco, com foco na prevenção da pesca predatória e no cumprimento das normas ambientais. No primeiro ponto de fiscalização, na região do Rio Jaci Paraná, um indivíduo fugiu ao perceber a aproximação da equipe, abandonando dois sacos plásticos contendo redes de arrasto proibidas pelo período do defeso, conforme a Portaria 146/2020/SEDAM e a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98). Foram apreendidas três redes, totalizando 127 metros. Na reserva extrativista (RESEX) Jaci Paraná, as equipes encontraram outras redes de arrasto armadas no Rio Branco. Uma delas, com 30 metros e a outra de 40 metros, potencializando impactos ambientais. Além das redes, os policiais identificaram armadilhas conhecidas como espinheis, totalizando aproximadamente 400 metros de cordas e 220 anzóis, que configuram atividade pesqueira predatória. Em um dos anzóis, um peixe ainda vivo foi resgatado e devolvido ao rio. Os apetrechos apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil do distrito de Nova Mutum, em Porto Velho, para registro da ocorrência e adoção das providências cabíveis. A operação reforça o compromisso com a proteção dos recursos naturais e a preservação dos estoques pesqueiros na região. Fonte e c´redito de imagem: assessoria PM/RO  

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Jornalista responsável: Clenio Melo
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