Ieda Chaves coordena o resgate de mais de 40 gatos em situação de abandono em Rondônia
Rondônia adere a novo sistema nacional para auxiliar nas buscas por pessoas desaparecidas no estado
Comunidade Rei Davi, em Espigão do Oeste será beneficiada com ligações de água gratuitas durante mutirão no próximo sábado, 6
Desembarque de idosos, mulheres e pessoas com deficiência é tema de comissão na Alero
A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, da Mulher e do Idoso da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realizou, na manhã desta terça-feira (2), reunião ordinária. A principal pauta do colegiado foi o desembarque de idosos, mulheres e pessoas com deficiência em transportes públicos oficiais, tanto em áreas urbanas quanto rurais do estado. O tema é tratado no Projeto de Lei 402/2024 , de autoria da deputada Dra. Taíssa (Podemos). A proposta autoriza que esses passageiros solicitem ao condutor o desembarque em local diferente do ponto regular, entre 22h e 5h, desde que o pedido seja informado previamente. Segundo a justificativa da deputada, a medida busca aumentar a segurança de pessoas em situação de maior vulnerabilidade, que frequentemente utilizam transporte público à noite ou de madrugada e são obrigadas a descer em paradas ocasionais. Muitas dessas paradas apresentam riscos, devido à falta de iluminação, ao isolamento e à baixa circulação de pessoas no período noturno. O projeto foi distribuído à deputada Ieda Chaves (União Brasil), responsável por elaborar o relatório que será apresentado nas próximas reuniões da comissão. Atualmente, a Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, da Mulher e do Idoso é composta por cinco parlamentares: Gislaine Lebrinha (presidente – União Brasil), Dra. Taíssa (vice-presidente), Rosângela Donadon (União Brasil), Ismael Crispin (MDB) e Ieda Chaves (União Brasil). Os suplentes são Cláudia de Jesus (PT) e Cássio Gois (PSD). Entre suas atribuições, o colegiado tem a função de debater, orientar, apoiar e fiscalizar a atuação do poder público estadual na formulação e execução de políticas públicas externas para crianças, adolescentes, mulheres e idosos, além de propor medidas para fortalecer e ampliar programas destinados a esse público. As reuniões ordinárias acontecem às terças-feiras, às 8h30, no Plenarinho 2 da Alero. Fonte: ALE/RO
Prefeitura orienta sobre cuidados durante o período seco em Porto Velho
Rio Madeira: Novas regras para navegação durante estiagem em Rondônia
Capitania Fluvial de Porto Velho reforça medidas de segurança para garantir a continuidade da navegação na região O rio Madeira, em Porto Velho (RO), registra nível inferior a quatro metros, o que levou a Capitania Fluvial de Porto Velho (CFPV) a estabelecer novas regras de segurança para embarcações e formações de balsas. A medida integra o conjunto de ações da Marinha do Brasil para monitorar os níveis dos rios da Amazônia Ocidental, com foco na segurança da navegação, na proteção da vida humana e na prevenção da poluição hídrica, em conformidade com a Lei nº 9.537, de 1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – LESTA).Diferentemente do registrado em 2024, quando a régua fluviométrica marcou 0,25 metro, as projeções para 2025 indicam que não serão atingidos índices tão críticos. Diante desse cenário, a CFPV publicou a Portaria nº 58 com medidas que flexibilizam as restrições à navegação noturna, desde que sejam cumpridos os critérios estabelecidos. Entre as medidas, destacam-se a limitação progressiva dos arranjos das formações de balsas e a autorização para navegação noturna assistida por embarcações de sondagem, com vigilância reforçada nos trechos críticos. As ações têm como objetivo manter a regularidade do transporte fluvial entre Porto Velho e Manaus, o que não foi possível em anos anteriores, quando a navegação noturna foi interrompida.Navegação no rio Madeira segue critérios reforçados de segurança durante o período de estiagem – Imagem: Marinha do BrasilSegundo o Capitão dos Portos, Capitão de Fragata Alessandro Freitas dos Santos, a Marinha continuará a monitorar de forma contínua o regime do rio Madeira, com atualizações regulares das sondagens, que servirão de base técnica para eventuais ajustes.“A imposição de restrições à navegação é uma medida administrativa de caráter preventivo, prevista nas Normas e Procedimentos da Capitania Fluvial de Porto Velho, aplicável sempre que a régua fluviométrica em Porto Velho atinge o nível de 4 metros. Em 2025, optou-se por uma abordagem alternativa às restrições ordinárias, buscando reduzir os impactos socioeconômicos sem comprometer a segurança da navegação. Essa decisão levou em consideração a importância estratégica do rio Madeira para o desenvolvimento regional, sendo responsável pelo escoamento anual de mais de 10 milhões de toneladas de carga — como grãos, combustíveis, fertilizantes e outros insumos essenciais. A medida foi resultado de análises técnicas, estudos de navegabilidade e diálogos com representantes da comunidade marítima, visando conciliar a segurança das atividades.”Em 2024, a Marinha intensificou sua atuação na Amazônia Ocidental, coordenando esforços com órgãos federais, estaduais e municipais, além da comunidade marítima. Foram realizados levantamentos hidrográficos nos trechos mais críticos, ampliadas as equipes de inspeções navais e disponibilizados, de forma imediata, os resultados das análises às autoridades e aos operadores do setor.De acordo com a Portaria nº 58/CFPV, de 22 de agosto de 2025, que estabelece restrições à navegação no trecho entre Porto Velho (RO) e Novo Aripuanã (AM), ficam determinados os seguintes critérios de segurança: • Todos os comboios que navegam no Rio Madeira utilizem obrigatoriamente embarcações de sondagem e desmembramento dos comboios nas passagens dos trechos críticos; • O desmembramento dos comboios deverá ser realizado conforme análise crítica do Comandante, garantindo a continuidade da navegação de forma segura e confiável; • Deverá ser observada folga mínima de 0,50 metro abaixo da quilha; • Durante a navegação noturna, deverá ser redobrada a vigilância nos postos de serviço; • O Comandante deverá permanecer no passadiço em todos os pontos críticos de navegação; • Deverá ser respeitada a prioridade de passagem nos trechos críticos para os comboios carregados que estiverem navegando no sentido de jusante (descendo o rio); e • Os comboios estarão sujeitos às seguintes condicionantes, conforme a cota do nível do rio, medida na régua fluviométrica de Porto Velho: Abaixo da cota de 2 metros, a autorização para navegação fica suspensa, e os despachos serão analisados de forma extraordinária. Fonte: Agência Marinha de Notícias