Como a telefonia digital está unificando a comunicação de empresas com múltiplas unidades

  Empresas que operam com filiais, centrais de atendimento e equipes comerciais espalhadas pelo país têm apostado na telefonia IP para manter a eficiência, reduzir custos e profissionalizar sua comunicação. A expansão física de uma empresa sempre vem acompanhada de um desafio técnico: como manter a comunicação entre unidades fluida, integrada e com controle centralizado? Para muitas organizações, a resposta está na telefonia digital baseada em IP, que tem substituído antigas centrais PABX físicas por soluções mais escaláveis, inteligentes e com custo-benefício superior. Setores como logística, educação, saúde, indústria e serviços já começaram a colher os frutos da migração para estruturas de telefonia em nuvem, com ramais interligados entre cidades, menus automatizados (URA) e monitoramento remoto em tempo real.   Comunicação distribuída, mas sem ruído Segundo especialistas, a maior vantagem está na capacidade de gerenciar múltiplas unidades como se fossem uma só, mantendo o controle sobre fluxos de chamadas, relatórios de atendimento e redirecionamentos estratégicos — sem depender de múltiplos contratos, operadoras diferentes ou equipamentos locais de difícil manutenção. “A empresa pode ter um número único nacional e ramais distribuídos entre sede, filiais, escritórios remotos ou até home office, tudo gerenciado por uma única interface web”, explica Joana Baptista, analista técnica da NBS Telecom, operadora especializada em soluções corporativas. A telefonia IP também permite que ramais fixos funcionem em computadores, celulares ou softphones, possibilitando mais mobilidade e integração entre setores — sem perder o controle gerencial da operação.   Ganhos operacionais e redução de custos Com a estrutura digitalizada, empresas reduzem custos com: Manutenção de aparelhos físicos ou centrais PABX locais Chamadas entre unidades (que passam a ser feitas via rede de dados) Equipes ociosas em horários de pico — graças ao redirecionamento automático de chamadas Além disso, a telefonia IP oferece relatórios em tempo real, gravação de chamadas e integração com sistemas de CRM, Help Desk e BI, o que amplia a visão gerencial da empresa sobre seu atendimento e comunicação interna.   A tecnologia da NBS Telecom A NBS Telecom, que atende empresas públicas e privadas em mais de 50 municípios da região Norte, tem se consolidado como referência em telefonia corporativa com suporte local e alta disponibilidade. Suas soluções incluem: Ramais digitais integradosentre sedes, filiais e times externos URA personalizávelpara roteamento automatizado por setor Relatórios de uso e gravação de chamadasvia painel online Atendimento técnico especializado e suporte dedicado Com a infraestrutura em nuvem e presença regional, a operadora tem ajudado empresas a se modernizar com segurança, previsibilidade de custos e foco em crescimento.   Para empresas que estão expandindo — ou reorganizando — suas operações, investir em telefonia digital não é mais um diferencial: é uma necessidade para escalar com qualidade e manter o controle do que realmente importa.

Macaúba: planta nativa brasileira representa inovação, futuro e sustentabilidade na COP30

A COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, que ocorre entre 10 e 21 de novembro deste ano em Belém do Pará, destaca temas como descarbonização, transição energética e bioeconomia. Nesse cenário, soluções escaláveis ganham protagonismo, especialmente aquelas que combinam ciência, inovação e capacidade de impacto climático. É o caso do projeto da Acelen Renováveis, empresa criada pelo Fundo Mubadala Capital, que vem desenvolvendo uma rota de combustíveis renováveis a partir de uma espécie nativa brasileira: a macaúba. O projeto foi anunciado na COP28 e avança agora em etapas industriais, agrícolas e tecnológicas. A macaúba ganhou destaque De copa volumosa, espinhosa e porte que pode superar 15 metros de altura, a macaúba atrai atenção não apenas pelo valor ecológico, mas pelo seu potencial energético. A planta nativa brasileira ganhou destaque recentemente devido à produtividade: a macaúba produz de sete a dez vezes mais óleo por hectare do que culturas tradicionais, como a soja. Além disso, pode ser cultivada em pastagens degradadas, recuperando áreas improdutivas sem competir com a produção de alimentos. Do fruto, tudo é aproveitado: óleo, fibras, proteínas e resíduos agrícolas. Por todos esses benefícios, a macaúba desponta como uma das matérias-primas mais promissoras para biocombustíveis e no avanço da transição energética. Centro de pesquisa sustenta a escalabilidade da planta A consolidação da macaúba em larga escala, no entanto, depende de avanço técnico e científico. Esse movimento está em andamento no Acelen Agripark, maior centro de inovação tecnológica agroindustrial voltado para a macaúba no mundo, inaugurado em agosto deste ano em Montes Claros (MG). O espaço de 138 hectares tem capacidade para germinar 1,7 milhão de sementes por mês e produzir até 10,5 milhões de mudas por ano, utilizando práticas ambientais avançadas e automação robótica em um viveiro dedicado de cinco hectares. Pesquisadores de instituições como Esalq/USP, Embrapa, Unicamp, Instituto Agronômico de Campinas, Universidade Federal de Viçosa, University of California-Davis e Cornell University, em parceria com o time da Acelen Renováveis, trabalham no desenvolvimento genético e na domesticação da espécie. “A macaúba é pesquisada e testada em pequena escala há mais de 70 anos, globalmente, e há cerca de 30 anos no Brasil. De forma inédita no mundo, no Acelen Agripark, integramos e potencializamos esse conhecimento com tecnologia para garantir uma escala global. É um projeto sólido, que reúne instituições nacionais e internacionais, incluindo universidades, centros de pesquisa e demais parceiros para soluções industriais, agroindustriais, rastreamento e certificação”, aponta Luiz de Mendonça, CEO da Acelen Renováveis. Avanço e impacto na descarbonização O cultivo da macaúba pode sequestrar até 60 milhões de toneladas de CO₂ durante a vida útil do projeto, um impacto direto nas metas de descarbonização. Em linha com esse avanço, a mobilidade (responsável por cerca de 23% das emissões globais de CO₂) reforça a necessidade de combustíveis drop-in, que podem substituir os fósseis sem adaptações nos motores e reduzir emissões em escala de forma imediata. Nesse sentido, o óleo da macaúba se torna a base da rota desenvolvida pela Acelen Renováveis, que pretende produzir Diesel Renovável (HVO) e Combustível Sustentável de Aviação (SAF). A primeira unidade integrada, que reúne uma biorrefinaria na Bahia e áreas de cultivo em Minas Gerais e na Bahia, tem meta de alcançar 1 bilhão de litros por ano. Segundo a empresa, esses combustíveis podem reduzir até 80% das emissões em comparação aos fósseis, sem considerar o potencial de sequestro de carbono das plantações. O investimento inicial é de US$ 3 bilhões, com expectativa de movimentar cerca de US$ 40 bilhões nas próximas décadas na economia brasileira e gerar até 85 mil empregos diretos e indiretos. Dos 180 mil hectares destinados ao cultivo, 20% será conduzido em parceria com a agricultura familiar, por meio do programa Acelen Valoriza, que oferece apoio técnico e renda adicional a pequenos produtores. Os avanços recentes reforçam esse movimento. Em 2025, o projeto alcançou a primeira extração industrial de óleo de macaúba no próprio Agripark e registrou, em setembro, taxas de germinação acima de 80% em estudos com a Unimontes: um salto expressivo para uma planta que, na natureza, germina entre 3% e 5%. Também começaram os plantios em fazendas-modelo em Minas Gerais e na Bahia, etapas que fortalecem as bases para o cultivo em larga escala e para uma nova cadeia produtiva voltada à descarbonização.

Drenagem na Rua José Osmar Transforma Realidade do Bairro Igarapé

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), segue ampliando as ações de prevenção a alagamentos e melhoria da mobilidade na zona Leste de Porto Velho. Desta vez, os serviços se concentram na Rua José Osmar, no bairro Igarapé, onde está sendo implantado um novo sistema de drenagem para garantir mais segurança e qualidade de vida aos moradores. A obra contempla a instalação de 75 metros de manilhas de 80 centímetros, além da construção de oito bocas de lobo e dois poços de visita (PV), fundamentais para a manutenção e o bom funcionamento da rede. A intervenção atende a uma demanda antiga da população, que enfrentava problemas recorrentes com o acúmulo de água em períodos de chuva. Os serviços envolvem desde a escavação e preparação do solo até a colocação das manilhas e construção das estruturas complementares de drenagem. Os trabalhos seguem firmes para que sejam entregues conforme o cronograma de execução da obra. Thiago Cantanhede, secretário municipal de Infraestrutura, destaca que a obra é parte de um conjunto de ações planejadas para reduzir pontos de alagamento em toda a cidade. “A Prefeitura tem atuado de forma preventiva, investindo em drenagem para evitar transtornos no período chuvoso. A intervenção na Rua José Osmar é um exemplo desse compromisso. Estamos implantando um sistema eficiente, que vai permitir o escoamento adequado da água e trazer mais tranquilidade aos moradores do bairro Igarapé”, afirmou o secretário. Com a conclusão dos serviços, a Rua José Osmar terá melhores condições de trafegabilidade e maior proteção contra danos causados pelas chuvas, contribuindo para o desenvolvimento urbano e a melhoria da infraestrutura na zona Leste de Porto Velho.

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